15 de Dezembro de 2015 - 12h56

"Título ficou em boas mãos", concordam Pizzonia e Campos

Pilotos da Prati-Donaduzi dizem que Marcos Gomes mereceu a conquista na Stock Car
Duda Bairros/Vicar

O Circuito Schin Stock Car tem um novo e merecido campeão. A avaliação é dos pilotos Antonio Pizzonia e Julio Campos, que neste domingo se despediram da Equipe Prati-Donaduzzi ao final da 12ª e última etapa da temporada. Pizzonia, apesar dos problemas de câmbio e de acerto, cruzou a linha de chegada em 16º, enquanto o companheiro abandonou depois de um choque com Bia Figueiredo. "Ele foi o mais rápido o ano todo. E não teve nenhuma pista onde não tenha andado forte. O título está em boas mãos", resumiu o ex-piloto da Fórmula 1. "Foi justo. Marquinhos foi o piloto mais rápido com o carro mais rápido durante o campeonato. Tanto ele quanto a equipe estão de parabéns", completou Campos.

O encerramento do calendário coincidiu com o adeus da Prati-Donaduzzi e dos pilotos à Mico’s Racing, organização comandada pelo diretor-técnico Juan Carlos "Mico" Lopez. A empesa farmacêutica de Toledo deixa a categoria depois de quatro anos. Campos já anunciou a transferência para a C2 Motorsport; Pizzonia volta os olhos agora para o exterior e deve acompanhar no próximo fim de semana a etapa da Fórmula E em Punta del Este, no Uruguai. A divisão LMP2 do Mundial de Endurance é outra alternativa em estudos.

A dupla da Prati-Donaduzzi enfrentou um domingo difícil em Interlagos. "Meu carro começou a sair muito de traseira a partir da nona volta. Amoleci a barra, mas não resolveu. Depois, não conseguia mais reduzir as marchas. Para completar a corrida fui obrigado a andar em ritmo bastante lento. Acho que o número de problemas que tive em 2015 foi o maior em 25 anos de carreira. Foi muito frustrante", afirmou Pizzonia.

Campos observou que os resultados dos treinos classificatórios, determinados pela chuva que colocou nas últimas posições do grid os nove melhores do campeonato, acabou decretando a sorte daqueles que em tese deveriam brigar pela vitória. "Todos que estavam lá atrás se envolveram em acidentes e não chegaram. Foi uma pena, porque senti desde a largada que o meu carro estava muito bom. Em condições normais, teria sido possível até sonhar com um pódio, o que seria importante para mim e para a equipe nesta última prova. E mesmo saindo na última fila, se não fosse a batida, poderia terminar talvez em sexto ou sétimo. Eu estava fazendo ultrapassagens com facilidade e viria mais para a frente brincando. Mas foi uma corrida muito atípica", lembrou.

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